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REPELENTE À VISTA

 

 
Picadas de insetos podem acarretar problemas graves de saúde. Prevenir é a melhor saída para quem deseja um verão saudável e feliz, pois sempre que um inseto dá uma picada para sugar o sangue, um pouco de sua saliva e substâncias do inseto entram em contato com o organismo da vitima, podendo causar uma baixa nos mecanismos de defesa.

A reação varia de pessoa para pessoa, mas o que ocorre de forma sistemática em resposta a essas substâncias são os inchaços, vermelhidão, dor e coceira no local da picada. A quantidade dessas substâncias pode variar de um inseto para outro. Alguns deles como o borrachudo, por exemplo, costumam promover maior reação alérgica no local da picada. Já insetos como abelhas e vespas, podem inocular outras substâncias que provocam fortes reações e causa muita dor no local da picada. Além dos insetos transmissores de doenças, como o mosquito da dengue, por exemplo.

Uma reação alérgica de uma picada de inseto pode ser extremamente perigosa e exige atenção medica imediatamente. Entre os sintomas, podem ser observados manchas, coceiras e inchaços em outras áreas do corpo, além do local da picada do inseto. Também pode ocorrer uma espécie de aperto no peito e dificuldade para respirar, bem como mudanças na voz e inchaço na língua. Justamente por isto é importante ficar atento para poder aproveitar melhor esse verão e ficar longe de doenças
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Diabetes,dicas de como controlar a doença

 

Diabetes,dicas de como controlar a doença

Você sabia que o diabetes é uma das principais doenças do mundo?

 

Ela aparece quando há um aumento descontrolado das taxas de açúcar no sangue e é uma das causas de doenças cardiovasculares.

 

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Conheça os dois tipos da doença:

 

O diabetes tipo 1 surge antes dos 30 anos de idade, quando o corpo não consegue mais produzir insulina (hormônio que reduz o teor de açúcar no sangue).

 

Por isso, quem tem esse problema precisa repor a insulina para viver.

 

Jovens com diabetes tipo 1 costumam emagrecer e têm sintomas repentinos, como aumento do apetite, sede e urina.

 

O diabetes tipo 2 afeta 80% do total de pessoas com a doença e está muito ligada à obesidade. Nesse caso, o organismo não reconhece a insulina e para de produzi-la.

 

Entre os sintomas estão suor frio, sede, palpitações, cansaço, fome, ganho ou perda de peso repentino, dificuldade na cicatrização, visão embaçada e aumento da urina.

 

Existe uma dieta controlada para tratar o diabetes, equilibrando o teor de carboidratos (açúcar, massa, álcool), além de remédios. Ambos ajudam a regular a quantidade de açúcar no sangue.

 

É bom ficar de olhos bem abertos nos carboidratos. Os mais simples (que estão em alimentos como mel, açúcar, frutas, doces, leite e derivados) são os primeiros a entrar na corrente sanguínea.

 

Os mais complexos (presentes em cereais, massas, pães, mandioca, mandioquinha, cará, grãos, sementes e legumes) são melhores porque levam mais tempo para serem absorvidos, provocando o menor impacto do açúcar no sangue.

 

Açúcar e mel devem ser substituídos por adoçantes e produtos dietéticos. Bolos e biscoitos doces também não são a melhor pedida. Massas e pães até podem ser consumidos, mas com moderação.

 

 

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Verduras, frutas, cereais integrais e leguminosas são indicados por causa das fibras, que fazem bem.

 

Bebida alcoólica, com muita moderação. Entre os diabéticos, só se a doença estiver bem controlada.

 

É aconselhável fazer de quatro a seis refeições por dia, evitando o jejum prolongado e as mudanças do nível de açúcar no sangue.

 

Qualquer atividade que faça mexer o corpo é bem-vinda. Ajuda a baixar o nível de açúcar no sangue e deixa os músculos mais sensíveis à insulina.

 

O que você pode fazer para controlar a glicemia

 

Procure comer de cinco a seis vezes por dia, em pequenas quantidades.

 

Inclua alimentos com fibras nos seus pratos, como legumes, verduras, frutas e leguminosas (feijões, lentilha, ervilha, grão de bico e soja).

 

Evite comer alimentos ricos em gordura saturada, trans e colesterol.

 

Dose bem as carnes gordurosas, os embutidos e defumados.

 

Prepare os alimentos com óleos vegetais (soja, milho, girassol, canola, azeite de oliva e margarina), margarina e temperos naturais (cebola, alho, ervas aromáticas, salsinha).

 

Use menos sal na comida.

 

Coma menos alimentos com carboidratos (arroz, massas, batata, mandioca, mandioquinha, pães e bolachas), incluindo apenas um tipo por refeição.

 

Prefira os integrais, que são absorvidos lentamente e evitam o aumento brusco do açúcar no sangue.

 

Prefira adoçante e doces dietéticos (menos aqueles à base de sacarina e ciclamato, que têm muito sódio).

Evite bebidas alcoólicas.

 

Beba água, chás, refrescos e suco de fruta diluído ou diet.

 

Faça exercícios todos os dias.

Fonte: Qualy

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